Quando a espessura óssea da maxila ou mandíbula do paciente é insuficiente para a instalação de implantes, é necessário fazer o enxerto ósseo, podemos usar algumas opções de enxerto ósseo descritas abaixo:
1 Enxerto autógeno. O tecido ósseo é retirado do próprio paciente. Isto quer dizer que ele será retirado de outras partes do organismo chamadas de áreas doadoras. Existem áreas doadoras intra-bucais e extra-bucais. O que irá definir se o osso retirado será de dentro da boca ou de uma área fora da boca é a quantidade exigida para reposição óssea.
2 Enxerto homógeno (homólogo-banco de óssos): É o osso que tem como origem o osso de outra pessoa. (cadáver). Geralmente, os bancos de ossos (osso homógeno) devem ser credenciados junto à Anvisa e não podem comercializar, ou seja não podem vender pois é proibida a venda de órgãos no Brasil. A aprovação pelo Ministério da Saúde e ANVISA, por meio da RDC n.º 220 de 27 de Dezembro de 2006, regulamenta a utilização do Banco de Tecidos para o cirurgião-dentista. Devem ser realizados testes imunológicos que irão definir a ausência de contaminação bacteriana, virótica ou de qualquer outro microorganismo. è uma opção interessante e segura. Pois o paciente não sofre com duas cirurgias ao mesmo tempo, como quando utiliza a tecnica de enxerto autógena. A recuperação é bem mais rápida e a cirurgia também tem um tempo menor.
3 Enxerto heterógeno (heterólogo): É o osso que tem como origem o osso de doador de outra espécie (não humano). Normalmente, a origem é bovina (animal boi). Vários fragmentos de osso bovino, tanto na área externa quanto interna (cortical e medular) que são esterilizados e processados para uso odontológico. São comercializados tanto como blocos porosos quanto particulados.
Qual a anestesia para a cirurgia de Enxerto Ósseo? Por acreditar que a melhor estratégia para recomposição óssea seja o osso autógeno, a cirurgia envolve duas áreas operatórias: uma área receptora e uma área doadora. Dessa forma, quando a quantidade de reposição óssea sugere a escolha por uma área doadora intra-bucal, a orientação é para realizar este procedimento sob anestesia local associada a sedação endovenosa (Leia mais em Sedação). Esta modalidade apresenta um conforto para o paciente e ausência completa de sensação de dor.